segunda-feira, 21 de setembro de 2009

PLANETA JÚPITER


Conhecendo mais o planeta júpiter que está visível durante toda a noite muito brilhante.

Alguns dados do gigante Júpiter:

- Rotação: 9 horas 54 minutos
- Translação: 12 anos
- Diâmetro: 142984 km
- Temperatura: -121 C
- Gravidade: 22.88 m/seg^2
- Luas: 63 confirmadas
- Composição da atmosfera: Hidrogênio, Hélio e amônia

Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar e tem 1.300 vezes o tamanho da Terra, mas sua massa é de somente 318 vezes maior.

Além da Grande Mancha Vermelha e seus 4 grandes satélites, o plnaeta também apresenta anéis.

Júpiter tem composição química muito parecida com a do Sol, composto de 86% hidrogênio e 14% de hélio e só não é uma estrela porque sua massa não é suficientemente grande para elevar a pressão e a temperatura dos gases e causar a fusão necessária à reação nuclear, similar ao que ocorre no Sol.

O núcleo de Júpiter é muito quente e libera 3 vezes mais calor do que recebe do Sol.

Os anéis de Júpiter
Os anéis de Júpiter foram descobertos somente em março de 1979, através da sonda norte-americana Voyager I, que constatou-se ser um sistema de anéis de partículas sólidas que circundam o planeta na região equatorial.

A faixa principal do anel tem aproximadamente 6.800 km de largura e está a 50 mil km acima das camadas de nuvens superiores do planeta.

Os anéis são praticamente impossíveis de se observar da terra devido à baixa densidade das partículas que o compõe, aliado ao forte brilho do planeta. Mesmo assim, quatro dias após sua descoberta pela Voyager e conhecendo-se as condições atmosféricas ao seu redor, os anéis puderam ser detectados a partir de observações terrestres.


> Muitas Luas

A gigantesca dimensões do planeta e as diversas luas que giram ao seu redor lembram um sistema solar em miniatura.

Em 15 de Maio de 2003, Scott Sheppard publicou na revista científica Nature a descoberta de mais 23 novos satélites, o que aumentou o total de satélites conhecidos para 61. Atualmente (2009), Júpiter tem 63 satélites conhecidos.

As principais luas, em ordem de distância, são: Io, Europa, Ganimedes e Calisto.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

2 mil dias de missão do jipe-robô Spirit

Jipe-robô está colhendo material para análises em Marte e a NASA comemora dois mil dias marcianos de missão.


Nesta terça-feira (18) faz 2 mil “dias marcianos” que o jipe-robô Spirit explora Marte. A Agência Espacial Americana – NASA – divulgou as imagens geradas pela combinação de sete quadros enviados pela câmera de navegação da sonda sobre rodas, obtidos no 1.891º ‘sol’ da jornada do Spirit. Para quem não sabe, “Sol”, também é o nome do dia marciano,porque geralmente é assim que se chama o dia solar em Marte, ou ou dia sideral. Entendeu?


Saiba mais sobre dia marciano

Segundo informações colhidas no artigo Timekeeping on Mars (Cronometragem em Marte), não se deve confundir o que normalmente se chamada de sol/dia (o chamado dia solar) com o período de rotação do planeta (o dia sideral). O dia solar, que corresponde a 24 horas 39 minutos e 35,244 segundos em Marte ou 24h 0,002s na Terra é o tempo médio que o Sol demora entre duas passagens consecutivas por um determinado meridiano. O dia sideral, que corresponde a 24h 37m 22,663s segundos em Marte ou 23h 56m 4,2s na Terra é o tempo médio que o planeta demora a fazer uma rotação completa.

A diferença entre os dois períodos deriva da conjugação entre os movimentos de rotação e de translação. Num planeta prógrado como a Terra ou Marte, o dia sideral é mais curto que o dia solar. No instante 1, o Sol e uma determinada estrela distante estão alinhados no zénite. No instante 2 o planeta completou uma rotação de 360º e a estrela está novamente no zénite (o período entre 1 e 2 corresponde a um dia sideral). Só uns minutos mais tarde, no instante 3, o Sol chega ao zénite, completando um dia solar (período entre os instantes 1 e 3).

O lugar de onde foram tiradas foi informalmente designado de Troia.
Você sabe quantas estrelas é possível ver a olho nu em um céu na escuridão? São cerca de 2 mil estrelas. Nos arredores das grandes cidades, a poluição luminosa faz esse número cair para 250 e no centro de uma metrópole para apenas 25 estrelas visíveis.



A iluminação urbana e a poluição do ar são tão grandes que impedem a simples observação do céu sem recursos de binóculos ou telescópios. As partículas que ficam suspensas na atmosfera refletem e difundem a luz das lâmpadas ofuscando o brilho das estrelas.

Esse foi um dos temas debatido por astrônomos durante a Assembleia Geral da União Astronômica Internacional, a IAU, realizada na última semana no Rio de Janeiro.

Um texto elaborado pelo astrônomo australiano Richard Wainscoat pediu “em defesa do céu noturno e pelo direito à luz das estrelas". A proposta ressaltou ainda que "um céu noturno não poluído deve ser considerado um direito sociocultural e ambiental fundamental".

Hoje para se ter uma vista privilegiada é preciso viajar 200 quilômetros para regiões longe das cidades grandes ou médias. “Quem mVocê sabe quantas estrelas é possível ver a olho nu em um céu na escuridão? São cerca de 2 mil estrelas. Nos arredores das grandes cidades, a poluição luminosa faz esse número cair para 250 e no centro de uma metrópole para apenas 25 estrelas visíveis.

A iluminação urbana e a poluição do ar são tão grandes que impedem a simples observação do céu sem recursos de binóculos ou telescópios. As partículas que ficam suspensas na atmosfera refletem e difundem a luz das lâmpadas ofuscando o brilho das estrelas.

Esse foi um dos temas debatido por astrônomos durante a Assembleia Geral da União Astronômica Internacional, a IAU, realizada na última semana no Rio de Janeiro.

Um texto elaborado pelo astrônomo australiano Richard Wainscoat pediu “em defesa do céu noturno e pelo direito à luz das estrelas". A proposta ressaltou ainda que "um céu noturno não poluído deve ser considerado um direito sociocultural e ambiental fundamental".

Hoje para se ter uma vista privilegiada é preciso viajar 200 quilômetros para regiões longe das cidades grandes ou médias. “Quem mora em localidades onde o espaço entre uma cidade e outra não é superior a 300 quilômetros não tem como encontrar um céu escuro”, concluiu Wainscoat.

Os astrônomos não defenderam um apagão nos grandes centros urbanos, mas sim o término do desperdício com a iluminação noturna. Atualmente, já existem leis em outros países contra a poluição luminosa. Eles acreditam que no futuro, a necessidade de poupar energia pode resultar em leis em diversas partes do mundo.


Foto: Céu sobre a região de Paranal, no Chile. Um dos locais com o céu mais limpo do mundo e onde se encontram os principais telescópios do hemisfério Sul. Crédito: ESO.ora em localidades onde o espaço entre uma cidade e outra não é superior a 300 quilômetros não tem como encontrar um céu escuro”, concluiu Wainscoat.

Os astrônomos não defenderam um apagão nos grandes centros urbanos, mas sim o término do desperdício com a iluminação noturna. Atualmente, já existem leis em outros países contra a poluição luminosa. Eles acreditam que no futuro, a necessidade de poupar energia pode resultar em leis em diversas partes do mundo.


Foto: Céu sobre a região de Paranal, no Chile. Um dos locais com o céu mais limpo do mundo e onde se encontram os principais telescópios do hemisfério Sul. Crédito: ESO.


Fonte:

www.apolo11.com

domingo, 16 de agosto de 2009

Visita do Caafs a Boa Vista do Tupim...



Após ser adiado por duas vezes, no dia 8 de agosto o Caafs visitou a cidade de Boa Vista do Tupim na Chapada Diamantina, distante 210 km de Feira de Santana.
Por volta de 18h30min, os integrantes do Caafs foram para a Praça central Ruy Barbosa montar e alinhar os telescópios, alguns banners foram montados para exposição aos habitantes da cidade.
Com os telescópios montados era necessário aguardar o planeta júpiter no céu a uma altura de 20º para que fosse possível observá-lo, isto ocorreu por volta das 19h40min, enquanto o publico aguarda para observar o planeta júpiter e suas luas os banners foram expostos e explicados pelos integrantes do Clube de Astronomia. Rapidamente quando foi apontado o telescópio para o júpiter uma grande fila se formou para observá-lo. Em torno das 20h30min, a lua começou a ser observada, como havia dois telescópios montados um ficou apontado para o planeta júpiter e o outro para a lua.
A população de Boa Vista do Tupim ficou maravilhada ao ver o planeta Júpiter com quatro (Europa, Calisto, Io e Ganimedes) de seus sessenta e duas satélites e a nossa lua com 85% de sua luminosidade ofuscava a visão dos observadores mesmo com tanto brilho foi possível ver as suas crateras encantado as pessoas que observaram a lua.


Com um publico estimado de 400 pessoas, o Caafs encerrou as observações na praça central às 20h30min seguindo direção a uma fazenda afastado da luminosidade do centro da cidade para atividade interna, como é chamado pelo clube de curso interno de observação onde os integrantes mais experientes ensinam aos que tem pouco tempo de clube os assuntos mais diversos relacionado à astronomia. Algumas constelações foram ensinadas aos membros (Águia, Lira, Pegasus, Andrômeda, Cassiopeia, Cisne, Escorpião e Sagitário), meteoros foram observados e comentados como ocorre este evento, M31 (galáxia de Andrômeda), M6 e M7 (ambos em sagitário), são alguns exemplos de objetos do catalogo do Missier observados, como a lua estava muito brilhante as atividades foram encerradas por volta das 2h00min com a sensação de missão cumprida no que diz respeito à divulgação da astronomia.



A realização desta viagem foi possível graças ao apoio do Observatório Antares, da Universidade Estadual de Feira de Santana e de algumas pessoas da própria cidade de Boa Vista do Tupim ajudaram na realização deste evento são eles o Secretario de Cultura Weldon Bitencourt e Jadson Guimarães.

Projeto de divulgação da astronomia idealizado e realizado pelo Clube de Astronomia de Feira de Santana (Caafs).



segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Chuva de meteoros na madrugada

Nos dias 11 e 12 agosto, nas madrugadas frias e limpas do hemisfério Sul ganham um toque bastante especial e durante algumas horas ficam ainda mais salpicadas de estrelas. O motivo é o pico da chuva de meteoros Perseídas, encarregada de lançar sobre a atmosfera da Terra até 80 estrelas cadentes por hora.

Nesses dias a Terra cruza a região mais densa da esteira e acontece o pico da chuva, com taxa estimada de até 80 fragmentos por hora, o que faz da Perseídas uma das mais intensas chuvas de meteoros. Recebe este nome devido ao seu radiante estar localizado na constelação de Perseu, de onde parece sair os meteoros, entenda o que acontece a seguir.

As causas das chuvas meteóricas, normalmente têm como causa os fragmentos de matéria deixada para trás por algum cometa ou asteróide. Quando os cometas se aproximam do Sol algumas partes derretem e se rompem, produzindo milhões de fragmentos de gelo e poeira que formam uma grande trilha. Esses fragmentos, em sua maioria do tamanho de um grão de arroz, queimam ao penetrar em nossa atmosfera, produzindo os riscos luminosos característicos das chuvas de meteoros.


Duas coisas podem atrapalhar suas observações, são elas: a chuva, se tiver chovendo não é possível observar nenhum meteoro, a lua nesse dia de pico de chuva meteórica estará entre 75 a 60% de sua luminosidade atrapalhando a observação dos meteoritos.

Como o radiante da chuva de meteoros vai ser em Perseu é necessário aprender a encontrá-la:

 Na imagem abaixo é mostrado constelações e asterismos (posicionamento de estrelas bastante conhecidas), a nordeste temos Altair (alfa de águia), Vega (alfa de lira) e Deneb (alfa de cisne) estas três formando o asterismos "O grande triangulo do Norte", no lado norte um pouco mais acima tem-se o asterismos conhecido como "o grande quadrado de pegasus", próximo ao lado leste na constelação de touro temos as hyades que representa a cabeça do touro. 

Com estes asterismos e constelações em mente facilmente a constelação de Perseu será encontrada, sendo que esta constelação já é um asterismos, suas estrelas principais estão dispostas de tal modo que se aparenta com a letra "Y".



Alem da chuva de meteoros, da lua neste atrapalhando com seu alto brilho ainda teremos a companhia de dois planetas, marte e Vênus, este ultimo muito brilhante marte muito longe da beleza do brilho de Vênus, boas observações.



Fonte:

Imagens capturadas dos programas:
- Stellarium 0.9.1
- Sky Chart III

terça-feira, 28 de julho de 2009

Adiada a inauguração do Museu Antares de Ciência

A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) adiou para 11 de agosto, às 9 horas, a inauguração do Museu de Ciência e Tecnologia do Observatório Astronômico Antares, inicialmente prevista para quarta-feira (29). O Museu, composto pelos projetos Parque Espacial e Parque dos Dinossauros, será entregue à comunidade em meio às comemorações pelos 40 anos em que o homem pisou na Lua pela primeira vez, completados no final de julho.

O Parque Espacial possui por uma réplica de 11 metros do foguete Saturno 5, que realizou a viagem à Lua na Missão Apollo 11, em 20 de julho de 1969. A réplica possui um exaustor de explosão de fumaça para simular a partida do grande foguete de 110 metros que fez a viagem há 40 anos para a Lua e uma caixa de som interna que produz o efeito sonoro da contagem regressiva e da partida do foguete.

Dois “gyrotecs” (ou “loconautas”) também fazem parte do Parque Espacial. O aparelho é utilizado na rotina de treinamento dos astronautas, pois simula o efeito da ausência de gravidade que seria encontrada no espaço.

O Parque Espacial possui, ainda, réplica de um observatório pré-histórico existente há 5 mil anos; de espaço com efeitos sonoros que simula a caminhada na Lua e que provoca a ilusão de estar pisando no satélite e de cair em crateras; de planetário onde são realizadas as projeções sobre a formação das estrelas, e de um módulo lunar e uma roupa de astronauta.

Os dinossauros também têm espaço no Observatório Antares. O diretor Paulo César da Rocha Poppe explica que os gigantescos animais que dominaram a Terra há milhões de anos têm uma ligação intrínseca com a Astronomia. O desaparecimento desses animais é explicada pela teoria da catástrofe através da Astronomia.

O Parque dos Dinossauros é composto por 10 réplicas de espécies de dinossauros que viveram no Brasil. São duas réplicas de dinossauros herbívoros, seis réplicas de dinossauros carnívoros e mais duas réplicas de pterossauros, animais que voavam o céu do Brasil na pré-história.

As réplicas foram feitas com fibras de vidro pelo artista plástico Ivo Gato de Salvador e foram constituídas a partir de ossadas de animais encontradas no território brasileiro. Duas das réplicas têm altura de 12 metros; as demais, 5 metros.

Para a solenidade de inauguração, é esperada a presença do diretor do Departamento de Difusão e Popularização das Ciências do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ildeu Moreira, e do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia, Ildes Ferreira. Também estarão presentes o reitor da Uefs, José Carlos Barreto de Santana, o vice-reitor, Washington Almeida Moura, representantes das comunidades interna e externa, além de alunos e professores de escolas das redes pública e privada.


O Observatório Astronômico Antares está aberto à comunidade. Visitas podem ser agendadas através do telefone (75) 3624-1921. A unidade está localizada na rua da Barra, 925, bairro Jardim Cruzeiro, Feira de Santana, BA. Para saber mais sobre o Antares, visite o site www.uefs.br/antares.

Feira de Santana, 27 de julho de 2009.

Ascom/Uefs.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Novas provas confirmariam existência de água em lua de Saturno

Pesquisadores do Southwest Research Institute de San Antonio (EUA), descobriram novas evidências que comprovariam a existência de água em estado líquido em Encéladus, uma das luas de Saturno.



As evidências foram descobertas ao analisarem os gêiseres que emanan regularmente das fissuras próximas ao pólo sul do satélite, de onde são lançados gigantescas colunas de vapor a mais de 2 mil quilômetros por hora.

Durante as observações os cientistas detectaram amoníaco, vários componentes orgânicos e deutério, um isótopo estável do hidrogênio que existe em abundancia em nossos oceanos. "A presença de amoníaco nas colunas, junto à detecção de sódio e sais potássicos em partículas geladas do anel “E” de Saturno implica que o interior da lua pode conter alguma quantidade de água líquida", disse William Lewis, membro da equipe de pesquisa.

Os especialistas acreditam que o anel "E" de Saturno seja formado por gás e pó desprendido das colunas de fumaça da lua gelada.

O amoníaco atua como um “anticongelante” junto ao metanol e aos sais expelidos na coluna de fumaça da área vulcânica, permitindo que a água permaneça em estado líquido sob a superfície gelada da lua , onde a temperatura é quase 100ºC abaixo de zero.


Foto: Concepção artística mostra pluma de vapor e Saturno vistos a partir da superfície de Enceladus. Crédito: Nasa/JPL.

terça-feira, 21 de julho de 2009

ASTRONAUTAS QUE FORAM À LUA, DEFENDEM O LANÇAMENTO DE MISSÕES A MARTE.


Depois de pisarem em solo lunar há 40 anos na missão Apolo 11, Michael Collins e Buzz Aldrin, agora querem conhecer o solo marciano. Os Dois astronautas defenderam nesta segunda-feira (20), o lançamento de missões tripuladas ao planeta Marte.


Os dois participaram nos Estados Unidos, de uma reunião de astronautas que participaram da primeira missão de exploração da Lua.

A missão que levou o homem à lua comemorou 40 anos nesta segunda-feira. De acordo com a BBC Brasil, os dois disseram que Marte e não a Lua deveria ser o foco de novas explorações no espaço.

“A melhor forma de honrar e lembrar todos aqueles que participaram do programa Apollo é seguir nossos passos; lançar de novo, audaciosamente, uma nova missão de exploração”, disse Andrin.

Contudo, o último astronauta a pisar na lua, durante a missão Apolo 17 em dezembro de 1972, Eugene Cernan, defendeu que os Estados Unidos primeiro voltem a lançar viagens tripuladas à Lua e lá estabeleçam bases para lançar viagens a Marte.

“Nós precisamos voltar à Lua, nós precisamos aprender um pouco mais sobre o que julgamos saber atualmente, nós precisamos estabelecer bases e construir lá novos telescópios para nos preparar para Marte. O objetivo final, de fato, é ir a Marte”, declarou o astronauta americano.

Collins se disse preocupado com a possibilidade de que “a atual ênfase em uma volta à Lua atrase desnecessariamente por décadas a exploração de Marte, um destino muito mais interessante”.

Atualmente, a Nasa planeja realizar outra missão tripulada à Lua até 2020

E VOCÊ PREFERE QUE O HOMEM RETORNE A LUA OU CONHEÇA MARTE... QUEM SABE ASSIM ACABAMOS DE VEZ COM AS ESPECULAÇÕES SOBRE A EXISTENCIA DE

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Astronomia e Astrologia, diferenças.

Muitas pessoas confundem a astronomia com a astrologia, pelas definições percebemos que áreas bastante opostas apesar de parecerem falar das mesmas coisas.

 

Astronomia é uma ciência exata que se preocupa com a origem, evolução,, composição, classificação e dinâmica dos corpos celestes – todos eles. O astrônomo profissional é necessariamente alguém com formação superior, e seu trabalho inclui o domínio de Física e Matemática, aliado a um senso crítico aguçado e boa habilidade observacional.

 

A astrologia dá ênfase apenas a certo grupo de astros. Ela busca identificar uma relação entre suas posições e deslocamentos no céu e o destino e a conduta moral dos seres humanos. Apenas os astrólogos constroem horóscopos e mapas astrais. Seu trabalho está ligado ao aspecto místico que o Universo desperta no Homem, e não raramente os astrólogos são também praticantes de outras artes divinatórias.

 

A distinção hoje é clara, mas nem sempre foi assim. O nascimento da ciência moderna, fruto da teoria e observação, surge em meados do século XVI e início do século XVII, com os estudos do alemão Johannes Kepler.
Naquela época as estrelas eram consideradas perfeitas, eternas, e o próprio Kepler manteve durante toda sua vida uma relação ambígua com a astrologia. Ele se perguntava se não haveria aspectos ocultos nos céus que regessem o aparente caos do dia-a-dia.
Astronomia e astrologia possuem, portanto, uma origem em comum, movidas pelo mesmo fascínio que uma simples noite estrelada desperta em nós. Ambas coexistem hoje em relativa harmonia, mas seus praticantes têm formações diferentes e objetivos muito distintos que não convém confundir.

 

Fonte:

Definições obtidas no site:

www.zenite.nu

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Astrônomo desmente mitos de que homem não teria ido à Lua


Bandeira americana está amassada e não tremula.
Veja o que é verdade e o que é mentira sobre a missão da Apollo 11.


G1
Em 20 de julho de 1969 o homem pisou na Lua, mas muitos ainda não acreditam nisso. E apesar de astronautas terem voltado lá outras cinco vezes, o fato de que ninguém nunca mais tocou o solo lunar desde 1972 abriu margem para dúvidas de muita gente. Afinal: o homem foi mesmo à Lua ou tudo não passou de uma bem montada encenação americana? Para o astrônomo Ronaldo Mourão, um dos mais respeitados cientistas brasileiros, está claro: há 40 anos Neil Armstrong e Edwin ‘Buzz’ Aldrin chegaram sim à Lua.

É quase impossível falar da missão da Apollo 11 e não ouvir alguém dizer que “a bandeira está tremulando e na Lua isso é impossível”. Sim, é impossível a bandeira tremular no espaço. É por isso que ela não tremula.

Preste atenção nas imagens: a bandeira americana não está voando. Ela está amassada, por que estava guardada em algum canto do apertadíssimo módulo lunar. É possível perceber que não há variação nas “ondas” da bandeira, não importa qual foto se veja. “Além de estar amassada, a bandeira se mantém ereta por que tinha uma haste superior que a mantinha assim”, explica Mourão. “Essa é a única maneira de ela não ficar para baixo, que é o que seria esperado na Lua, onde não há vento e a gravidade é um sexto da terrestre”, explica o astrônomo Ronaldo Mourão.

VEJA A REPORTAGEM ESPECIAL COMPLETA PUBLICADA PELO G1.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Comemoração do segundo ano do Caafs


No dia 7 de julho de 2007 era fundado o clube de astronomia de Feira de Santana tendo com linha frente o professor José Carlos, hoje em 2009 o professor ainda dirige o Caafs como presidente. No ultimo dia 11 (a data comemorada depende da disponibilidade do Transporte da Universidade e de Eventos que possam ocorrer no Observatório), deste mês o clube de astronomia comemorou seu segundo aniversario com uma simples comemoração entre os integrantes, neste dia compareceram 20 membros do clube. Com a disponibilidade de uma chácara gentilmente cedida pelo professor de Física Dr. Garrido, os membros dos caafs fizeram esta atividade pratica em plena comemoração do seu aniversario.
Alem do planeta Júpiter com magnitude e suas luas (Ganimedes, Europa, Io,  e Calisto), os membros do caafs tiveram o prazer de observar e aprender diversas constelações, como são descritas abaixo:

Zodiacais
  • Leão
  • Virgem
  • Libra
  • Escorpião
  • Sagitário
  • Ophiucus
Constelação mais complicada de ser visualizada foi a de Ophiucus e Serpente, por seu tamanho foram necessários alguns minutos para os membros podem vislumbrar com esta constelação.

 
Demais constelações vistas:
  • Cruzeiro do Sul
  • Mosca
  • Triangulo Austral
  • Coroa Boreal
  • Coroa Austral
  • Cisne
  • Lira
  • Águia
  • Ursa Maior
  • Compasso
  • Corvo
  • Cratera
  • Serpente
  • Centauro
Representação dos horizontes vistos da chácara.



E como despedida desde dia, a lua se encarregou de se mostrar em uma belíssima imagem no horizonte leste com um plano de fundo bem estrelado.

 

Tudo pronto para a inauguração do maior telescópio do mundo

Quando Galileu apontou pela primeira vez sua luneta para o céu e viu que Júpiter também tinha luas e que Saturno era um mundo bem diferente, nem podia imaginar o tamanho a porta que acabava de abrir. Com sua pequena luneta vislumbrou outros mundos e disparou uma série de descobertas que parece não ter fim.


Se com uma luneta de poucos milímetros Galileu conseguiu revolucionar toda a astronômica ainda no Século 17, o que o sábio italiano não faria se tivesse acesso a um instrumento mais potente, capaz não só de ver os planetas e estrelas, mas também conhecer com precisão a sua composição?
É com esse objetivo que no próximo dia 24 de julho entrará em funcionamento o Gran Telescópio Canarias. Com um espelho de 10.4 metros de diâmetro o instrumento será o maior coletor de luz em todo o mundo, capaz de revelar detalhes do Universo que Galileu nem sonhava existir.
O telescópio está instalado no topo de uma montanha de 2400 metros de altitude situada na Ilha de La Palma, no arquipélago das Canárias, no noroeste da África. Seu espelho primário é formado por um conjunto de 36 espelhos hexagonais menores alinhados através de computadores que compensam as micro deformações exercidas pela força da gravidade. O resultado é uma superfície única, extremamente polida e mantida alinhada mesmo com o movimento do telescópio.

Cooperação Internacional

O projeto do Gran Telescópio Canárias é ambicioso e já consumiu o equivalente a 140 milhões de dólares e movimentou mais de 1000 pessoas, entre técnicos e cientistas. A maior parte do gasto está sendo custeado pelo governo espanhol, mas o experimento também recebe colaborações do Instituto de Astronomia da Universidade do México e também da Universidade da Flórida. Juntos, desembolsaram a quantia de 20 milhões de dólares.

O projeto do Gran Telescópio Canárias é ambicioso e já consumiu o equivalente a 140 milhões de dólares e movimentou mais de 1000 pessoas, entre técnicos e cientistas. A maior parte do gasto está sendo custeado pelo governo espanhol, mas o experimento também recebe colaborações do Instituto de Astronomia da Universidade do México e também da Universidade da Flórida. Juntos, desembolsaram a quantia de 20 milhões de dólares.

A inauguração do telescópio será um evento internacional, que contará com a presença de diversas autoridades mundiais, incluindo a visita do próprio rei da Espanha Juan Carlos e da rainha Sofia.

O maior do Mundo

Não é à toa que o telescópio Canárias é o maior de todos. O diâmetro de seu espelho principal deixa para trás os maiores telescópios em funcionamento, entre eles os gêmeos Keck, de 10 metros de diâmetro, em operação na ilha de Mauna Kea, no Havaí, o instrumento SALT, na África do Sul e o norte-americano Hobby Eberly. Esses últimos, apesar de terem espelhos maiores, só permitem que 9.2 metros de diâmetro sejam usados.
De acordo com astrônomos do Instituto de Astrofísica das Canárias, IAC, o novo instrumento permitirá capturar até mesmo a luz inicial do nascimento de novas estrelas, além de permitir o estudo profundo das características dos buracos negros e decodificar os componentes químicos gerados desde a época do Big Bang, a teoria que afirma que o Universo foi criado há 13 bilhões de anos a partir de uma grande explosão cósmica.
Outro objetivo do Gran Telescópio Canárias é o de buscar por novos planetas similares à Terra em galáxias distantes e para "afinar" mais os resultados das observações os cientistas do IAC levaram ainda oito meses para aferir os instrumentos.



Fonte:
www.Apolo11.com
Na reportagem acessada às 12:30 do dia 14 de julho de 2009.
http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20090714-085841.inc