segunda-feira, 5 de abril de 2010

I Jornada de Astronomia do Vale do Capão – Chapada Diamantina

No dia 04/03,  iniciamos o nosso circuito de atividades 2010 com a I Jornada de Astronomia do Vale do Capão – Chapada Diamantina – Ba como parte do projeto de Difusão da Astronomia do Observatório Astronômico Antares com o objetivo de popularizar as ciências astronômica em toda Bahia.
É com grande satisfação que iniciamos nossas atividades. E, os resultados obtidos nos motiva a Equipe do CAAFS em frente ao circo onde aconteceu o evento.


Primeira Palestra dedicada as crianças e professores da rede municipal e estadual do Vale do Capão.



Montando os Telescópios

No Planetário Inflável

Observação Noturna

Na Arena



Exposição Paisagem Cósmica

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Astronautas da Endeavour concluem primeira jornada de trabalhos externos

Prioridade é instalar um novo módulo, ampliando a estação espacial. As fotos abaixo são do ônibus espacial Endeavour e da ISS.



O astronauta Nicholas Patrick trabalha na instalação do módulo Tranquility durante a primeira sessão de tarefas externas. Haverá mais duas (Foto: Nasa TV via Reuters)



Nações Unidas em órbita - ISS ficará 90% completa após missão da Endeavour (Foto: Tripulação da Endeavour / Nasa)



Puxadinho high tech - O módulo Tranquility (Foto: Jim Grossmann/Nasa 26-05-2009)



Últimos serviços antes da aposentadoria - Ônibus espacial Endeavour, durante a acoplagem, quarta-feira (Foto: Tripulação da ISS)

sábado, 30 de janeiro de 2010

Objetos da Apolo 11 deixados na Lua vira 'patrimônio histórico'


Foto: NASA
Cerca de 105 objetos abandonados na Lua pelos astronautas da nave Apolo 11 foram declarados como bens da Califório por um comissão que analisa o patrimônio histórico do estado norte-americano.

A decisão de que botas de astronautas, equipamentos de sobrevivência, ferramentas, câmeras, antenas, pequenos contêineres vazios, bolsas de comida vazias e restos de produtos usados para iluminar a área se tornaria partimônio histórico foi tomada na última sexta-feira (29)durante uma sessão da organização que cuida do tesouro estadual (Califórnia State Historical Resources Commission) como parte de um projeto para proteger o valor cultural dos artefatos deixados por Neil Armstrong e Eugene "Buzz" Aldrin sobre a superfície lunar na primeira viagem do homem ao satélite.

Os astronautas pousaram o módulo "Eagle" em 20 de julho de 1969 em uma zona conhecida como Mar da Tranquilidade, e antes de retornar deixaram uma série de objetos.
Embora os tratados internacionais impeçam que os países proclamem sua soberania no espaço, a legislação não faz referência a objetos deixados pelo homem em seus deslocamentos fora da órbita terrestre.

Segundo informações do G1, a iniciativa da comissão segue os passos de uma campanha iniciada por vários cientistas para conseguir que a Unesco proclame patrimônio da Humanidade a zona onde o Apolo 11 pousou na Lua.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Detalhes de Saturno



A forma e estrutura dos anéis de Saturno são extremamente influenciadas pela gravidade das várias luas do planeta. Nesta imagem, vemos a lua Pan orbitando dentro do diâmetro dos anéis.



Iapetus é uma das luas mais estranhas de Saturno, com uma metade branca e uma metade preta. Uma das teorias é de que o lado "preto" foi coberto por partículas escuras de Saturno.



Este close mostra uma cadeia de montanhas feitas de gelo na superfície de Iapetus. As imagens feitas pela Cassini estão expostas no Planetário de Greenwich, no sudeste de Londres.



Iluminado pelo sol, o sistema de anéis pode ser visto com detalhes que revelam dois anéis antes desconhecidos. O pequeno ponto à esquerda dos anéis visto na foto é a Terra.



Os geisers da lua Enceladus jorram água a centenas de quilômetros de altura. A água se congela em nuvens de cristais de gelo minúsculos. A cor foi usada para destacar erupções individuais.



Por conta de seu tamanho e cor laranja, a lua Titan é facilmente visível perto de Saturno. Os anéis do planeta fazem sombra sobre os hemisférios de Saturno, cobertos de nuvens. (Fotos: Sonda Cassini/Nasa).



Esta imagem mostra os anéis de Saturno, do ponto de vista da câmera da sonda. Apesar de seu extenso diâmetro, os anéis têm espessura extremamente fina, com apenas um quilômetro de espessura.


Estas imagens são da sonda Cassini, da Nasa, que fazem parte da exposição Visões de Saturno, mostra detalhes da atmosfera, luas e anéis de Saturno, o segundo maior planeta do Sistema Solar.

Muito conhecido pelos anéis, Saturno conta com mais de 60 luas, enquanto nós, terráqueos só temos uma. Entre 1979 e 1981, três sondas passaram brevemente pelo planeta, trazendo de volta imagens que intrigaram especialistas.

Segundo informações da BBC, em 1997, uma missão conjunta da Nasa (agência espacial americana), da Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) e da Agência Espacial Italiana (ASI, na sigla em italiano) enviaram uma sonda mais poderosa para estudar os mistérios de Saturno. A Cassini-Huygens chegou a Saturno em 2004, depois de uma viagem de sete anos por bilhões de quilômetros no espaço.

Acoplada à Cassini, foi enviada a sonda Huygens, desenhada para pousar e fotografar a superfície de Titã, a maior lua de Saturno.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

15% dos sistemas solares são similares ao da Terra

Um estudo realizado por um grupo de astrônomos ligado ao programa Microlensing Follow-Up Network (MicroFUN), sediado na Universidade de Ohio (EUA), trouxe importantes conclusões sobre o Universo. O programa mapeia o céu na busca de planetas fora do sistema solar.


Após dez anos de pesquisas, os astrônomos concluíram que apenas 15% dos sistemas solares existentes no universo são similares ao da Terra.
Os cientistas viram o resultado como positivo pois a pesquisa pode ajudar numa estimativa aproximada das possibilidades de vida no resto do Universo. "Com bilhões de estrelas, reduzir as possibilidades para 10% significa que pode haver algumas centenas de milhões de sistemas similares. Agora sabemos qual é nosso lugar no Universo", afirmou o astrônomo Scott Gaudi, da Universidade de Ohio.

Os resultados serão apresentados em Washington nesta quarta-feira (6), durante uma reunião da Sociedade Astronômica Americana.
Em quatro anos, os astrônomos descobriram apenas um sistema solar parecido com o nosso, com dois planetas gigantes gasosos similares a Júpiter e Saturno.
O efeito chamado de microlente gravitacional ajudou os cientistas a realizarem esse mapeamento. “A estrela mais próxima amplifica a luz da mais distante, como se fosse uma lente. Esse efeito é mais intenso se houver planetas em órbita em torno da estrela que age como lente”.



Fonte:

www.apolo11.com

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Projeto como vejo o céu: Praça de Alimentação- Feira de Santana

O projeto executado pelo CAAFS, "Como vejo o céu", tem como objetivo mostrar o céu para os transeuntes de lugares muito movimentados.

No dia 24 de novembro do corrente ano, o clube de astronomia de Feira de Santana monta sua estrutura no centro de Feira de Santana na Avenida Getulio Vargas próximo a Praça de Alimentação. Neste dia a lua estava exatamente na sua fase crescente, ou seja, 50% da sua face iluminada pelo sol está voltada para a Terra. Esta fase sem duvida é a ideal para mostrar ao publico, dentre os vários motivos estão o contraste que ocorre entre o lado iluminado e o não iluminado, outro fator é o brilho nessa fase não ofusca a visão de quem observa e o fator que mais interessa ao observador é visualização das crateras que são melhoras nesta situação sendo vista com mais nitidez.

    

Outro objeto que foi visualizado no local foi o planeta Júpiter que estava especialemtne brilhante com sua magnitude negativa de 1.8, junto com 3 das suas 4 luas Galileanas.

Cerca de 80 pessoas passearam pela estrutura montada pelo CAAFS, que compreendia em 3 telescópios arrumados numa seqüência: o primeiro telescópio foi o Meade 25 cm de diâmetro apontado para o júpiter, segundo telescópio um refrator 70 mm com uma lente de campo amplo mostrava a lua completa e por final um refletor 76 mm com uma lente de 10 mm mostrava algumas crateras da lua bem focalizada.

O CAAFS encerrou a atividade aproximadamente às 9h e 45min com a sensação de mais um projeto bem sucedido no que diz respeito na divulgação da astronomia.


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Dados do impacto de sonda da Nasa confirmam água na Lua

Os resultados do impacto que a Nasa (agência espacial norte-americana) realizou com uma sonda na Lua confirmaram quantidade significativa de água no satélite da Terra, divulgou a agência nesta sexta-feira (13).
A água representa um potencial recurso para sustentar uma futura exploração lunar.

Dados preliminares do LCross (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) indicam que a missão descobriu água com sucesso durante os impactos realizados em 9 de outubro, na região permanentemente coberta de sombras de Cabeus, próxima ao polo sul da Lua.

"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, cientista do LCross e principal pesquisador do Centro de Pesquisa em Moffet Field, da Nasa.

"Múltiplas linhas de evidência" mostram que a água estava presente nas duas partes do material expelido pela cratera Cabeus, o que torna "seguro dizer que ela possui água", completa ele.

O grupo de pesquisa utilizou conhecidas "assinaturas" espectrais infravermelhas da água e de outros materiais e as comparou com o espectro próximo ao infravermelho coletado pela LCross para a verificação.

Cientistas especularam por muito tempo sobre a fonte de vastas quantidades de hidrogênio que foram observados nos polos lunares. As descobertas da LCross mostram que a água na Lua deve ser em maior quantidade e mais distribuída pelo astro do que suspeitado previamente.

O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro do LCross criou um volume de material em duas partes a partir da base da cratera, diz a Nasa. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e a segunda, de materiais mais pesados.

Chaves

"Estamos revelando os mistérios de nosso vizinho mais próximo e por extensão do Sistema Solar", disse Michael Wargo, cientista-chefe lunar na sede da Nasa em Washington.

As áreas permanentemente sombreadas "guardam uma chave para a história e evolução do Sistema Solar", diz o comunicado da Nasa.

A agência espacial também diz que, desde que ocorreram os impactos, a equipe de cientistas da LCross "trabalhou sem parar" para analisar a gigantesca quantidade de dados que a nave coletou.

A equipe se concentrou em dados dos espectrômetros do satélite, que fornecem a mais definitiva informação sobre a presença de água. Um espectrômetro examina luz emitida ou absorvida pelos materiais, o que ajuda a identificar a composição deles.



Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u652093.shtml


Sonda registra Phobos e mostra detalhes da lua marciana

Que Marte tem muitas coisas em comum com a Terra, não há dúvidas. São desertos, canais, vales e vulcões adormecidos que em muito lembram nosso planeta. Mas dizer que a lua Phobos do Planeta Vermelho é parecida com nossa Lua, aí é preciso de muita imaginação.

 Fobos é muito estranho e irregular e de todos os satélites do Sistema Solar é a que mais próximo orbita o planeta- mãe, a menos de seis mil quilômetros de distância. É também muito pequeno, com cerca de 26 km de diâmetro e mesmo com esse diminuto tamanho conseguiu ser acertado em cheio por um objeto, que o marcou com uma cratera com a metade do seu tamanho.
A foto acima foi feita pela câmera de alta resolução HiRise, a bordo da sonda norte-americana Mars Reconnaissance Orbiter, MRO. A cena mostra uma das faces do satélite Phobos, marcada pela presença indisfarçável da grande cratera Stickney, de 9 mil km de diâmetro.
Mesmo com 1 milésimo da gravidade da terrestre, estrias de material ejetado após o impacto podem ser vistas deslizando pela encosta da cratera. As áreas claras e ligeiramente azuladas próximas à borda indicam uma superfície exposta relativamente jovem. A origem das ranhuras ao longo da superfície ainda permanece um mistério, mas de acordo com especialistas em geologia planetária pode estar relacionada à própria formação das crateras de impacto.
A cratera Stickney foi assim batizada em homenagem à Chloe Angeline Stickney Hall, matemática e esposa do astrônomo Asaph Hall, que descobriu as luas marcianas em 1877. Entre 2011 e 2012 a Rússia pretende enviar à Phobos a sonda interplanetária Fobos-Grunt, que será a primeira nave terrestre a retornar à Terra com rochas de outro planeta.
Phobos encontra-se abaixo da órbita síncrona de Marte e lentamente cai em direção ao planeta à razão de 1.8 metro a cada 100 anos. Dessa forma, dentro de 50 milhões de anos Phobos se aproximará tanto de Marte que as forças gravitacionais simplesmente romperão a rocha, produzindo um pequeno anel ao redor do Planeta Vermelho.


Fonte:

www.apolo11.com 

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Telescópios revelam os mistérios da Caixa de Joias celeste

Os aglomerados estelares estão entre os mais fascinantes objetos que podemos ver no céu noturno. De beleza ímpar, encantam desde os curiosos até os astrônomos profissionais, que não se importam em passar horas observando suas estrelas reluzentes, que como diamantes salpicam a escuridão do cosmos.





Um dos mais espetaculares aglomerados desse tipo se encontra próximo ao conhecido Cruzeiro do Sul e pode ser visto com bastante facilidade até mesmo pelos menos experientes.

Oficialmente chamado de NGC 4755, o aglomerado Kappa Crucis também é conhecido pelo apropriado e popular nome de "Caixa de Joias" e não é difícil imaginar o porque. O carinhoso apelido foi cunhado em 1830 pelo astrônomo inglês John Herschel, que não se cansava de admirar o contraste mágico entre as pálidas estrelas azuis e laranjas que via através de seu telescópio, comparando a cena à uma exótica caixa de joias

Um aglomerado desse tipo pode conter milhares de estrelas que são mantidas muito próximas ente si pela força da atração gravitacional. Como essas estrelas se formaram praticamente ao mesmo tempo, suas idades e composições químicas também são parecidas, o que as torna laboratórios ideais para o estudo da dinâmica estelar.

A imagem mostrada acima foi captada pelo Imageador Grande Angular (WFI) do telescópio do observatório de La Silla, localizado nos andes chilenos, e retrata todo o esplendor do aglomerado repleto de estrelas coloridas. O aglomerado se localiza a 6400 anos-luz de distância e tem apenas 16 milhões de anos.



Muitas das estrelas registradas na imagem se localizam fora da Via Láctea, atrás da Caixa de Joias, e são vistas na composição em tons avermelhados. Isso acontece porque a luz das estrelas distantes passa através do gás do aglomerado, que espalha e absorve mais a luz azul do que a vermelha. Como resultado, a luz que chega até os telescópios tendem ao vermelho, um efeito igual ao que produz o pôr-do-sol alaranjado aqui na Terra.

Outra imagem bastante interessante da Caixa de Joias foi feita pelo Grande Telescópio VLT, localizado no observatório europeu de Paranal, também nos andes chilenos, e retrata a mesma região do céu de maneira mais aproximada. A cena revela diversas estrelas supergigantes, muitas delas com mais de 15 vezes a massa solar, além de uma outra supergigante vermelha vista quase que solitária no centro da imagem.

Se observar essas imagens confortavelmente à frente de um monitor já é de tirar o fôlego, imagine então observar a Caixinha de Joias com um telescópio de verdade na companhia de bons amigos? Experimente e veja se John Herschel não tinha razão!



fonte:
www.apolo11.com

domingo, 11 de outubro de 2009

Telescópios mostram embate cósmico entre dois buracos negros

Em alguns bilhões de anos a Via Láctea e a vizinha galáxia de Andrômeda deverão se fundir, dando origem a uma única galáxia ainda maior, mas enquanto esse momento não chega, cientistas observam o futuro encontro de dois buracos negros e que envolve as maiores forças gravitacionais do Universo.





A imagem não deixa dúvidas e mostra a gigantesca galáxia NGC 6240 com dois buracos negros em seu interior, que de acordo com os cientistas, estão se aproximando um do outro. A cena foi obtida com ajuda do telescópio espacial Chandra, que produziu parte das imagens vistas no comprimento de onda dos raios-x e do telescópio espacial Hubble, que capturou parte os dados no espectro visível.

Na imagem, as cores vermelha, laranja e amarelo são aquelas captadas no seguimento dos raios-x, onde cada cor representa níveis diferentes de radiação. No centro, os dois buracos negros são vistos em branco intenso, graças à poderosa emissão de raios-x que faz brilhar as partículas que cercam suas vizinhanças.

A distância entre os dois buracos negros é de 3 mil anos-luz (cerca de 28 quatrilhões de quilômetros) e segundo os astrofísicos, a grande proximidade está relacionada ao movimento espiralado que faz com que ambos os objetos se atraiam mutuamente, em um processo iniciado há mais de 30 milhões de anos. No entender dos pesquisadores, ambos os buracos negros estão à deriva e se fundirão em um único objeto em dezenas ou centenas de milhões de anos.


Estudo Fascinante
Descobrir e estudar a fusão entre buracos negros é um dos campos mais ativos da astrofísica. Desde 2002, os cientistas têm demonstrado grande interesse nas observações de NGC 6240 e outros sistemas semelhantes a partir de imagens feitas pelos telescópios Chandra e outros. O objetivo das pesquisas é compreender o que acontece quando esses objetos exóticos interagem e é isso que fascina os cientistas.



Poderosos e comuns
Os astrofísicos acreditam que a formação de sistemas múltiplos de buracos negros supermassivos deve ser um processo bastante comum no Universo, uma vez que muitas galáxias que contêm buracos negros sofrem colisões e fusões com outras galáxias (como a Via Láctea e Andrômeda).

Pensa-se que os buracos negros duplos podem explicar parte do comportamento incomum, a cada dia observado com mais frequência, que é a distorção e a flexão vista nos poderosos jatos de partículas que partem desses objetos. Além disso, a fusão entre buracos negros supermassivos é provavelmente a mais poderosas fontes de ondas gravitacionais existente no Universo, um campo ainda pouco explorado e compreendido em sua plenitude.


Fonte:
www.apolo11.com

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Astrônomos descobrem anel gigante ao redor de Saturno

PASADENA, CALIFÓRNIA - O telescópio espacial Spitzer descobriu um anel gigante ao redor do planeja Saturno, anunciou ontem à noite o Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa (agência espacial norte-americana). O fino anel de gelo e partículas de poeira está a 27 graus de inclinação do principal anel do planeta, informou o laboratório. Segundo a porta-voz Whitney Clavin, ele é muito difuso e reflete pouco a luz visível, mas foi detectado pelo sistema de infravermelho do Spitzer.


A extensão do anel começa a cerca de 5,95 milhões de quilômetros de Saturno e vai até uma distância de 11,9 milhões de quilômetros do planeta. Ele é tão grande que poderia abrigar 1 bilhão de planetas Terra em seu interior. Antes da descoberta, Saturno era conhecido por seus sete anéis principais e vários anéis mais fracos. Um estudo sobre o novo anel será publicado hoje na edição online da revista Nature.


"Este é um super anel", disse Anne Verbiscer, uma das autoras do estudo e astrônoma da Universidade de Virgínia, em Charlottesville. Os demais autores são Douglas Hamilton, da Universidade de Maryland, College Park, e Michael Skrutskie, também da Universidade de Virgínia. Os astrônomos acreditam que o material do anel seja proveniente de Phoebe, uma lua de Saturno.


A missão Spitzer, lançada em 2003, é gerenciada pelo Laboratório de Propulsão a Jato em Pasadena, na Califórnia. O telescópio está a 106,2 milhões de quilômetros da Terra, numa órbita ao redor do Sol. (Agência Estado)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

PLANETA JÚPITER


Conhecendo mais o planeta júpiter que está visível durante toda a noite muito brilhante.

Alguns dados do gigante Júpiter:

- Rotação: 9 horas 54 minutos
- Translação: 12 anos
- Diâmetro: 142984 km
- Temperatura: -121 C
- Gravidade: 22.88 m/seg^2
- Luas: 63 confirmadas
- Composição da atmosfera: Hidrogênio, Hélio e amônia

Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar e tem 1.300 vezes o tamanho da Terra, mas sua massa é de somente 318 vezes maior.

Além da Grande Mancha Vermelha e seus 4 grandes satélites, o plnaeta também apresenta anéis.

Júpiter tem composição química muito parecida com a do Sol, composto de 86% hidrogênio e 14% de hélio e só não é uma estrela porque sua massa não é suficientemente grande para elevar a pressão e a temperatura dos gases e causar a fusão necessária à reação nuclear, similar ao que ocorre no Sol.

O núcleo de Júpiter é muito quente e libera 3 vezes mais calor do que recebe do Sol.

Os anéis de Júpiter
Os anéis de Júpiter foram descobertos somente em março de 1979, através da sonda norte-americana Voyager I, que constatou-se ser um sistema de anéis de partículas sólidas que circundam o planeta na região equatorial.

A faixa principal do anel tem aproximadamente 6.800 km de largura e está a 50 mil km acima das camadas de nuvens superiores do planeta.

Os anéis são praticamente impossíveis de se observar da terra devido à baixa densidade das partículas que o compõe, aliado ao forte brilho do planeta. Mesmo assim, quatro dias após sua descoberta pela Voyager e conhecendo-se as condições atmosféricas ao seu redor, os anéis puderam ser detectados a partir de observações terrestres.


> Muitas Luas

A gigantesca dimensões do planeta e as diversas luas que giram ao seu redor lembram um sistema solar em miniatura.

Em 15 de Maio de 2003, Scott Sheppard publicou na revista científica Nature a descoberta de mais 23 novos satélites, o que aumentou o total de satélites conhecidos para 61. Atualmente (2009), Júpiter tem 63 satélites conhecidos.

As principais luas, em ordem de distância, são: Io, Europa, Ganimedes e Calisto.