Primeira Palestra dedicada as crianças e professores da rede municipal e estadual do Vale do Capão.
Montando os Telescópios












Após dez anos de pesquisas, os astrônomos concluíram que apenas 15% dos sistemas solares existentes no universo são similares ao da Terra.
Os cientistas viram o resultado como positivo pois a pesquisa pode ajudar numa estimativa aproximada das possibilidades de vida no resto do Universo. "Com bilhões de estrelas, reduzir as possibilidades para 10% significa que pode haver algumas centenas de milhões de sistemas similares. Agora sabemos qual é nosso lugar no Universo", afirmou o astrônomo Scott Gaudi, da Universidade de Ohio.
Os resultados serão apresentados em Washington nesta quarta-feira (6), durante uma reunião da Sociedade Astronômica Americana.
Em quatro anos, os astrônomos descobriram apenas um sistema solar parecido com o nosso, com dois planetas gigantes gasosos similares a Júpiter e Saturno.
O efeito chamado de microlente gravitacional ajudou os cientistas a realizarem esse mapeamento. “A estrela mais próxima amplifica a luz da mais distante, como se fosse uma lente. Esse efeito é mais intenso se houver planetas em órbita em torno da estrela que age como lente”.
Fonte:
www.apolo11.com
No dia 24 de novembro do corrente ano, o clube de astronomia de Feira de Santana monta sua estrutura no centro de Feira de Santana na Avenida Getulio Vargas próximo a Praça de Alimentação. Neste dia a lua estava exatamente na sua fase crescente, ou seja, 50% da sua face iluminada pelo sol está voltada para a Terra. Esta fase sem duvida é a ideal para mostrar ao publico, dentre os vários motivos estão o contraste que ocorre entre o lado iluminado e o não iluminado, outro fator é o brilho nessa fase não ofusca a visão de quem observa e o fator que mais interessa ao observador é visualização das crateras que são melhoras nesta situação sendo vista com mais nitidez.

Outro objeto que foi visualizado no local foi o planeta Júpiter que estava especialemtne brilhante com sua magnitude negativa de 1.8, junto com 3 das suas 4 luas Galileanas.
Cerca de 80 pessoas passearam pela estrutura montada pelo CAAFS, que compreendia em 3 telescópios arrumados numa seqüência: o primeiro telescópio foi o Meade 25 cm de diâmetro apontado para o júpiter, segundo telescópio um refrator 70 mm com uma lente de campo amplo mostrava a lua completa e por final um refletor 76 mm com uma lente de 10 mm mostrava algumas crateras da lua bem focalizada.
O CAAFS encerrou a atividade aproximadamente às 9h e 45min com a sensação de mais um projeto bem sucedido no que diz respeito na divulgação da astronomia.
Dados preliminares do LCross (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) indicam que a missão descobriu água com sucesso durante os impactos realizados em 9 de outubro, na região permanentemente coberta de sombras de Cabeus, próxima ao polo sul da Lua.
"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, cientista do LCross e principal pesquisador do Centro de Pesquisa em Moffet Field, da Nasa.
"Múltiplas linhas de evidência" mostram que a água estava presente nas duas partes do material expelido pela cratera Cabeus, o que torna "seguro dizer que ela possui água", completa ele.
O grupo de pesquisa utilizou conhecidas "assinaturas" espectrais infravermelhas da água e de outros materiais e as comparou com o espectro próximo ao infravermelho coletado pela LCross para a verificação.
Cientistas especularam por muito tempo sobre a fonte de vastas quantidades de hidrogênio que foram observados nos polos lunares. As descobertas da LCross mostram que a água na Lua deve ser em maior quantidade e mais distribuída pelo astro do que suspeitado previamente.
O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro do LCross criou um volume de material em duas partes a partir da base da cratera, diz a Nasa. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e a segunda, de materiais mais pesados.
Chaves
"Estamos revelando os mistérios de nosso vizinho mais próximo e por extensão do Sistema Solar", disse Michael Wargo, cientista-chefe lunar na sede da Nasa em Washington.
As áreas permanentemente sombreadas "guardam uma chave para a história e evolução do Sistema Solar", diz o comunicado da Nasa.
A agência espacial também diz que, desde que ocorreram os impactos, a equipe de cientistas da LCross "trabalhou sem parar" para analisar a gigantesca quantidade de dados que a nave coletou.
A equipe se concentrou em dados dos espectrômetros do satélite, que fornecem a mais definitiva informação sobre a presença de água. Um espectrômetro examina luz emitida ou absorvida pelos materiais, o que ajuda a identificar a composição deles.
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u652093.shtml
Que Marte tem muitas coisas em comum com a Terra, não há dúvidas. São desertos, canais, vales e vulcões adormecidos que em muito lembram nosso planeta. Mas dizer que a lua Phobos do Planeta Vermelho é parecida com nossa Lua, aí é preciso de muita imaginação.
Fobos é muito estranho e irregular e de todos os satélites do Sistema Solar é a que mais próximo orbita o planeta- mãe, a menos de seis mil quilômetros de distância. É também muito pequeno, com cerca de 26 km de diâmetro e mesmo com esse diminuto tamanho conseguiu ser acertado em cheio por um objeto, que o marcou com uma cratera com a metade do seu tamanho.
A foto acima foi feita pela câmera de alta resolução HiRise, a bordo da sonda norte-americana Mars Reconnaissance Orbiter, MRO. A cena mostra uma das faces do satélite Phobos, marcada pela presença indisfarçável da grande cratera Stickney, de 9 mil km de diâmetro.
Mesmo com 1 milésimo da gravidade da terrestre, estrias de material ejetado após o impacto podem ser vistas deslizando pela encosta da cratera. As áreas claras e ligeiramente azuladas próximas à borda indicam uma superfície exposta relativamente jovem. A origem das ranhuras ao longo da superfície ainda permanece um mistério, mas de acordo com especialistas em geologia planetária pode estar relacionada à própria formação das crateras de impacto.
A cratera Stickney foi assim batizada em homenagem à Chloe Angeline Stickney Hall, matemática e esposa do astrônomo Asaph Hall, que descobriu as luas marcianas em 1877. Entre 2011 e 2012 a Rússia pretende enviar à Phobos a sonda interplanetária Fobos-Grunt, que será a primeira nave terrestre a retornar à Terra com rochas de outro planeta.
Phobos encontra-se abaixo da órbita síncrona de Marte e lentamente cai em direção ao planeta à razão de 1.8 metro a cada 100 anos. Dessa forma, dentro de 50 milhões de anos Phobos se aproximará tanto de Marte que as forças gravitacionais simplesmente romperão a rocha, produzindo um pequeno anel ao redor do Planeta Vermelho.
Fonte:
www.apolo11.com