sexta-feira, 30 de julho de 2010
A maior Estrela do Universo
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Centro Lar Mariano recebe doação do CAAFS/OAA

Em decorrência do III CBA - Curso Básico de Astronomia que aconteceu no inicio do mês de maio próximo passado foi arrecadado em torno de 60 kg de alimentos como inscrição para participação no curso. O CBA é realizado pelo Clube de Astronomia Amadora de Feira de Santana e o Observatório Astronômico Antares – UEFS.
Por sugestão de uma "caafsnauta" foi aprovado em reunião que o Centro Lar Mariano que fica na comunidade do Fulô no distrito de Humildes seria a beneficiada com o recebimento dos donativos.
A entrega aconteceu na quinta-feira (17) na sede da entidade.

quarta-feira, 19 de maio de 2010
III Curso Básico de Astronomia

Menos de 48 horas de ter iniciado as inscrições do III CBA – Curso Básico de Astronomia promovido pelo Observatório Astronômico Antares – UEFS e o CAAFS – Clube de Astronomia Amadora de Feira de Santana a entidade já havia recebido mais de 80 pedidos de inscrição. O curso é oferecido anualmente e tem como objetivo introduzir conceitos de astronomia para aqueles que se interessa em conhecer um pouco sobre o assunto.

A abertura contou com a participação da diretoria do Observatório Antares onde na oportunidade o professor Paulo Poppe diretor do Observatório falou sobre a importância do curso em seguida deu-se inicio da primeira palestra proferida pelo integrante do CAAFS Otávio Oliveira falando sobre a “História da Astronomia” as atividades prosseguiram até sábado dia 15.


Os participantes do III CBA tiveram acesso às varias atividades oferecidos no espaço do Museu de Ciência e Tecnologia do Observatório Astronômico Antares, como o Giroscópio, simulador da superfície lunar, Parque dos Dinossauros e alguns experimentos de física no hall do observatório.
Ate o terceiro dia, houve observação dos Planetas Saturno e Marte, e alguns outros objetos como Caixinha de Jóias no Cruzeiro do Sul e Eta Carinae. A partir da quinta começou a chover na cidade, impossibilitando a observação celeste.
O encerramento aconteceu no Parque do Saber, onde foram mostrados imagens do Hubble em alguns programas astronômicos disponíveis. Os dois planetaristas que estavam na ocasião participaram do III CBA na sessão realizada no Parque do Saber foram convidados para explanar sobre os objetos celestes José Carlos e Otávio Oliveira, respectivamente, Diretor e Vice-Diretor do Clube de Astronomia.

terça-feira, 18 de maio de 2010
Sonda europeia registra detalhes de cratera marciana

A imagem mostrada foi feita pela câmera estereográfica de alta resolução, a bordo da sonda europeia Mars Express. A cena retrata parte da região conhecida como Meridiani Planum onde depósitos de material escuro semelhantes a cinzas vulcânicas são facilmente percebidos quando vistos do espaço.
Em primeiro plano destaca-se uma grande cratera de impacto de quase 50 km de largura, coberta pelo material escurecido, predominantemente composto de minerais como olivina e piroxênia. Na Terra, as piroxênias são encontradas em lavas vulcânicas na forma de pequenos cristais misturados na massa vitrificada.
Rodeando a região se encontram pequenos montes feitos de material mais macio. Ao que parece, esse material foi erodido e soprado por ventos de nordeste e agora formam as estrias escuras nos arredores.

Outra cratera de impacto, de 15 km de largura é vista no canto esquerdo superior. Ela também exibe o mesmo material escuro em sua borda sudoeste e segundo cientistas da ESA, a Agência Espacial Europeia, esse material foi provavelmente soprado da cratera maior.
Meridini Planum é uma planície com 127 km x 63 km. Vista através de um telescópio a região é um pequeno ponto escuro localizado próximo ao equador marciano. O ponto foi escolhido pelos cientistas espaciais para servir como referência do sistema de coordenadas geográficas marcianas, da mesma forma que a cidade de Greenwich, na Inglaterra é usada como referência aqui na Terra.
Fonte: Apolo11 - http://www.apolo11.com/spacenews.php?posic=dat_20100513-103024.inc
segunda-feira, 5 de abril de 2010
I Jornada de Astronomia do Vale do Capão – Chapada Diamantina
Primeira Palestra dedicada as crianças e professores da rede municipal e estadual do Vale do Capão.
Montando os Telescópios
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Astronautas da Endeavour concluem primeira jornada de trabalhos externos

O astronauta Nicholas Patrick trabalha na instalação do módulo Tranquility durante a primeira sessão de tarefas externas. Haverá mais duas (Foto: Nasa TV via Reuters)

Nações Unidas em órbita - ISS ficará 90% completa após missão da Endeavour (Foto: Tripulação da Endeavour / Nasa)

Puxadinho high tech - O módulo Tranquility (Foto: Jim Grossmann/Nasa 26-05-2009)

Últimos serviços antes da aposentadoria - Ônibus espacial Endeavour, durante a acoplagem, quarta-feira (Foto: Tripulação da ISS)
sábado, 30 de janeiro de 2010
Objetos da Apolo 11 deixados na Lua vira 'patrimônio histórico'

Foto: NASA
Cerca de 105 objetos abandonados na Lua pelos astronautas da nave Apolo 11 foram declarados como bens da Califório por um comissão que analisa o patrimônio histórico do estado norte-americano.
A decisão de que botas de astronautas, equipamentos de sobrevivência, ferramentas, câmeras, antenas, pequenos contêineres vazios, bolsas de comida vazias e restos de produtos usados para iluminar a área se tornaria partimônio histórico foi tomada na última sexta-feira (29)durante uma sessão da organização que cuida do tesouro estadual (Califórnia State Historical Resources Commission) como parte de um projeto para proteger o valor cultural dos artefatos deixados por Neil Armstrong e Eugene "Buzz" Aldrin sobre a superfície lunar na primeira viagem do homem ao satélite.
Os astronautas pousaram o módulo "Eagle" em 20 de julho de 1969 em uma zona conhecida como Mar da Tranquilidade, e antes de retornar deixaram uma série de objetos.
Embora os tratados internacionais impeçam que os países proclamem sua soberania no espaço, a legislação não faz referência a objetos deixados pelo homem em seus deslocamentos fora da órbita terrestre.
Segundo informações do G1, a iniciativa da comissão segue os passos de uma campanha iniciada por vários cientistas para conseguir que a Unesco proclame patrimônio da Humanidade a zona onde o Apolo 11 pousou na Lua.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Detalhes de Saturno

A forma e estrutura dos anéis de Saturno são extremamente influenciadas pela gravidade das várias luas do planeta. Nesta imagem, vemos a lua Pan orbitando dentro do diâmetro dos anéis.

Iapetus é uma das luas mais estranhas de Saturno, com uma metade branca e uma metade preta. Uma das teorias é de que o lado "preto" foi coberto por partículas escuras de Saturno.

Este close mostra uma cadeia de montanhas feitas de gelo na superfície de Iapetus. As imagens feitas pela Cassini estão expostas no Planetário de Greenwich, no sudeste de Londres.

Iluminado pelo sol, o sistema de anéis pode ser visto com detalhes que revelam dois anéis antes desconhecidos. O pequeno ponto à esquerda dos anéis visto na foto é a Terra.

Os geisers da lua Enceladus jorram água a centenas de quilômetros de altura. A água se congela em nuvens de cristais de gelo minúsculos. A cor foi usada para destacar erupções individuais.

Por conta de seu tamanho e cor laranja, a lua Titan é facilmente visível perto de Saturno. Os anéis do planeta fazem sombra sobre os hemisférios de Saturno, cobertos de nuvens. (Fotos: Sonda Cassini/Nasa).

Esta imagem mostra os anéis de Saturno, do ponto de vista da câmera da sonda. Apesar de seu extenso diâmetro, os anéis têm espessura extremamente fina, com apenas um quilômetro de espessura.
Estas imagens são da sonda Cassini, da Nasa, que fazem parte da exposição Visões de Saturno, mostra detalhes da atmosfera, luas e anéis de Saturno, o segundo maior planeta do Sistema Solar.
Muito conhecido pelos anéis, Saturno conta com mais de 60 luas, enquanto nós, terráqueos só temos uma. Entre 1979 e 1981, três sondas passaram brevemente pelo planeta, trazendo de volta imagens que intrigaram especialistas.
Segundo informações da BBC, em 1997, uma missão conjunta da Nasa (agência espacial americana), da Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês) e da Agência Espacial Italiana (ASI, na sigla em italiano) enviaram uma sonda mais poderosa para estudar os mistérios de Saturno. A Cassini-Huygens chegou a Saturno em 2004, depois de uma viagem de sete anos por bilhões de quilômetros no espaço.
Acoplada à Cassini, foi enviada a sonda Huygens, desenhada para pousar e fotografar a superfície de Titã, a maior lua de Saturno.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
15% dos sistemas solares são similares ao da Terra
Após dez anos de pesquisas, os astrônomos concluíram que apenas 15% dos sistemas solares existentes no universo são similares ao da Terra.
Os cientistas viram o resultado como positivo pois a pesquisa pode ajudar numa estimativa aproximada das possibilidades de vida no resto do Universo. "Com bilhões de estrelas, reduzir as possibilidades para 10% significa que pode haver algumas centenas de milhões de sistemas similares. Agora sabemos qual é nosso lugar no Universo", afirmou o astrônomo Scott Gaudi, da Universidade de Ohio.
Os resultados serão apresentados em Washington nesta quarta-feira (6), durante uma reunião da Sociedade Astronômica Americana.
Em quatro anos, os astrônomos descobriram apenas um sistema solar parecido com o nosso, com dois planetas gigantes gasosos similares a Júpiter e Saturno.
O efeito chamado de microlente gravitacional ajudou os cientistas a realizarem esse mapeamento. “A estrela mais próxima amplifica a luz da mais distante, como se fosse uma lente. Esse efeito é mais intenso se houver planetas em órbita em torno da estrela que age como lente”.
Fonte:
www.apolo11.com
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Projeto como vejo o céu: Praça de Alimentação- Feira de Santana
No dia 24 de novembro do corrente ano, o clube de astronomia de Feira de Santana monta sua estrutura no centro de Feira de Santana na Avenida Getulio Vargas próximo a Praça de Alimentação. Neste dia a lua estava exatamente na sua fase crescente, ou seja, 50% da sua face iluminada pelo sol está voltada para a Terra. Esta fase sem duvida é a ideal para mostrar ao publico, dentre os vários motivos estão o contraste que ocorre entre o lado iluminado e o não iluminado, outro fator é o brilho nessa fase não ofusca a visão de quem observa e o fator que mais interessa ao observador é visualização das crateras que são melhoras nesta situação sendo vista com mais nitidez.

Outro objeto que foi visualizado no local foi o planeta Júpiter que estava especialemtne brilhante com sua magnitude negativa de 1.8, junto com 3 das suas 4 luas Galileanas.
Cerca de 80 pessoas passearam pela estrutura montada pelo CAAFS, que compreendia em 3 telescópios arrumados numa seqüência: o primeiro telescópio foi o Meade 25 cm de diâmetro apontado para o júpiter, segundo telescópio um refrator 70 mm com uma lente de campo amplo mostrava a lua completa e por final um refletor 76 mm com uma lente de 10 mm mostrava algumas crateras da lua bem focalizada.
O CAAFS encerrou a atividade aproximadamente às 9h e 45min com a sensação de mais um projeto bem sucedido no que diz respeito na divulgação da astronomia.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Dados do impacto de sonda da Nasa confirmam água na Lua
Dados preliminares do LCross (Lunar Crater Observation and Sensing Satellite) indicam que a missão descobriu água com sucesso durante os impactos realizados em 9 de outubro, na região permanentemente coberta de sombras de Cabeus, próxima ao polo sul da Lua.
"Estamos extasiados", disse Anthony Colaprete, cientista do LCross e principal pesquisador do Centro de Pesquisa em Moffet Field, da Nasa.
"Múltiplas linhas de evidência" mostram que a água estava presente nas duas partes do material expelido pela cratera Cabeus, o que torna "seguro dizer que ela possui água", completa ele.
O grupo de pesquisa utilizou conhecidas "assinaturas" espectrais infravermelhas da água e de outros materiais e as comparou com o espectro próximo ao infravermelho coletado pela LCross para a verificação.
Cientistas especularam por muito tempo sobre a fonte de vastas quantidades de hidrogênio que foram observados nos polos lunares. As descobertas da LCross mostram que a água na Lua deve ser em maior quantidade e mais distribuída pelo astro do que suspeitado previamente.
O impacto criado pelo estágio superior do foguete Centauro do LCross criou um volume de material em duas partes a partir da base da cratera, diz a Nasa. A primeira parte era composta de vapor e poeira fina e a segunda, de materiais mais pesados.
Chaves
"Estamos revelando os mistérios de nosso vizinho mais próximo e por extensão do Sistema Solar", disse Michael Wargo, cientista-chefe lunar na sede da Nasa em Washington.
As áreas permanentemente sombreadas "guardam uma chave para a história e evolução do Sistema Solar", diz o comunicado da Nasa.
A agência espacial também diz que, desde que ocorreram os impactos, a equipe de cientistas da LCross "trabalhou sem parar" para analisar a gigantesca quantidade de dados que a nave coletou.
A equipe se concentrou em dados dos espectrômetros do satélite, que fornecem a mais definitiva informação sobre a presença de água. Um espectrômetro examina luz emitida ou absorvida pelos materiais, o que ajuda a identificar a composição deles.
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u652093.shtml
Sonda registra Phobos e mostra detalhes da lua marciana
Que Marte tem muitas coisas em comum com a Terra, não há dúvidas. São desertos, canais, vales e vulcões adormecidos que em muito lembram nosso planeta. Mas dizer que a lua Phobos do Planeta Vermelho é parecida com nossa Lua, aí é preciso de muita imaginação.
Fobos é muito estranho e irregular e de todos os satélites do Sistema Solar é a que mais próximo orbita o planeta- mãe, a menos de seis mil quilômetros de distância. É também muito pequeno, com cerca de 26 km de diâmetro e mesmo com esse diminuto tamanho conseguiu ser acertado em cheio por um objeto, que o marcou com uma cratera com a metade do seu tamanho.
A foto acima foi feita pela câmera de alta resolução HiRise, a bordo da sonda norte-americana Mars Reconnaissance Orbiter, MRO. A cena mostra uma das faces do satélite Phobos, marcada pela presença indisfarçável da grande cratera Stickney, de 9 mil km de diâmetro.
Mesmo com 1 milésimo da gravidade da terrestre, estrias de material ejetado após o impacto podem ser vistas deslizando pela encosta da cratera. As áreas claras e ligeiramente azuladas próximas à borda indicam uma superfície exposta relativamente jovem. A origem das ranhuras ao longo da superfície ainda permanece um mistério, mas de acordo com especialistas em geologia planetária pode estar relacionada à própria formação das crateras de impacto.
A cratera Stickney foi assim batizada em homenagem à Chloe Angeline Stickney Hall, matemática e esposa do astrônomo Asaph Hall, que descobriu as luas marcianas em 1877. Entre 2011 e 2012 a Rússia pretende enviar à Phobos a sonda interplanetária Fobos-Grunt, que será a primeira nave terrestre a retornar à Terra com rochas de outro planeta.
Phobos encontra-se abaixo da órbita síncrona de Marte e lentamente cai em direção ao planeta à razão de 1.8 metro a cada 100 anos. Dessa forma, dentro de 50 milhões de anos Phobos se aproximará tanto de Marte que as forças gravitacionais simplesmente romperão a rocha, produzindo um pequeno anel ao redor do Planeta Vermelho.
Fonte:
www.apolo11.com