segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Vênus mais quente que Mercurio?!

Esta duvida foi levantada por um visitante do nosso blog, Porque Vênus é mais quente que mercúrio?
Venus, a jóia do céu, era conhecida pelos primeiros astrônomos como estrela da manhã e estrela da tarde. Esses astrônomos pensavam que Vênus era composta por dois corpos distintos. Vênus, a deusa romana do amor e da beleza, está coberta por uma espessa camada de nuvens em turbilhão.
Os astrônomos referem-se à Vênus como o planeta irmão da Terra. São ambos semelhantes em dimensão, massa, densidade e volume. Ambos foram formados mais ou menos ao mesmo tempo e condensados a partir da mesma nebulosa. Contudo, nos últimos anos os cientistas descobriram que as semelhanças terminam aqui. Vênus é muito diferente da Terra. Não tem Oceanos e está envolto por uma atmosfera pesada composta principalmente por dióxido de carbono e quase sem vapor de água. As suas nuvens são compostas por gotas de ácido sulfúrico. Na superfície, a pressão atmosférica é 92 vezes a da Terra ao nível do mar.
Vênus é queimada por uma temperatura à superfície de aproximadamente 482° C (900° F). Esta elevada temperatura deve-se principalmente a um rápido efeito estufa originado pela pesada atmosfera de dióxido de carbono. A luz do Sol passa pela atmosfera e aquece a superfície do planeta. O calor é irradiado, mas fica aprisionado pela densa atmosfera que não permite a sua fuga para o espaço. Isto torna Vênus mais quente que Mercúrio.
Um dia Venusiano tem 243 dias Terrestres e é mais longo que o seu ano de 225 dias. Curiosamente, Vênus gira de leste para oeste. Para um observador em Vênus, o Sol nasceria a oeste e teria o seu ocaso a leste.
A atmosfera de Mercúrio é muito rarefeita não ocorrendo tanto o efeito estufa.



Espero que tenhamos tirado sua duvida em relação à questão de Vênus ser mais quente que o planeta Mercúrio


Fonte:
http://www.inape.org.br/

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Um pouco mais sobre os signos: leão


Leo, Leão


Constelação atravessada pelo Sol no período de 11 de agosto a 16 de setembro.
Tempo de permanência do Sol em Leo: 21 dias.
Um gigantesco leão caiu da Lua na região de Neméia, assustando e matando gado e pessoas. Como o animal se entocava em uma caverna com duas saídas, era muito difícil aproximar-se dele.
Os caçadores da região pediram ajuda ao rei Euristeu, pois o animal havia se revelado invulnerável às suas armas.
O rei enviou Hércules para aquele que seria o seu primeiro trabalho: exterminar o leão de Neméia. O herói fechou uma das saídas da caverna, obrigando o animal a abandoná-la pelo outro lado. Hércules, que o aguardava, desferiu-lhe um violento golpe com sua clava e ao perceber que o animal ficara tonto, em rápida ação, montou sobre ele e o estrangulou até a morte.
Para perpetuar a coragem de seu filho, Zeus transformou o leão em uma constelação.


domingo, 20 de julho de 2008

Um pouco mais sobre os signos: Cancer

Hercules versus a Hidra


Todos os mitos relacionados à libertação da “Mãe Terrível” têm ligação com as características principais da história de vida de toda pessoa de Câncer. O mais conhecido é o mito da Hidra de Lerna.
Lerna era uma caverna que abrigava um monstro de sete cabeças, a Hidra. Zeus, querendo transformar Hércules em um deus imortal, enquanto Hera dormia, colocou-o em seu peito para sugar o leite divino. Hera nunca o perdoou e lançou-lhe uma maldição. Querendo livrar-se dessa maldição, Hércules consultou o Oráculo de Delfos, e este o aconselhou a servir seu primo Euristeu, que também sob o comando de Hera, deu-lhe por tarefa os doze trabalhos, dentre eles o enfrentamento e a morte da Hidra de Lerna.
A cada cabeça que Hércules conseguia decepar da Hidra, nasciam mais três. Além disso Hera vendo que Hercules estará vencendo a Hidra enviou também um caranguejo para distrai-lo, que o atacava pelas costas a cada cabeça que conseguia cortar e cauterizar. Mas Hércules conseguiu vencer a Hidra e o caranguejo, e enfim conseguiu sua vitória e independência.

Constelação de Cancer

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Projeto SESCiencia


O Projeto SESCiência é uma iniciativa nacional do SESC, que através de atividades estimulantes, tais como exibição de Mostras de divulgação científica, oficinas, vídeos e seminários, espera alcançar seus objetivos de popularizar e desmistificar o conhecimento científico, aproximando assim, o público estudantil de uma compreensão mais racional dos fenômenos físicos da natureza.
Nas Mostras do Projeto SESCiência os visitantes são levados, através de observação participativa e manipulação dos equipamentos, a confrontarem suas informações sobre o conteúdo que está, no momento, sendo observado e seu resultado final. Posteriormente, essas novas informações auxiliarão na formulação de novas hipóteses.
O acervo das Mostras é composto por equipamentos lúdicos e interativos que despertam a curiosidade dos estudantes. Ao valorizar os aspectos lúdicos concomitantemente com a interatividade, visamos despertar o desejo de interagir e provocar a curiosidade de saber nos visitantes.
Pela primeira vez teremos o projeto SESCiências em Feira de Santana e para promover esse projeto o SESC – Feira de Santana formou uma parceria com o Departamento de Física (DFIS) – UEFS e o Observatório Antares. No período de 13 a 20 de junho, no Observatório Antares, professores do Departamento de Física e alunos do curso de Física da UEFS estarão participando de palestras e oficinas de física para alunos do ensino médio e a comunidade em geral, ver programação. Além, da programação do projeto SESCiências a mostra de ciências contará com uma exposição de experimentos desenvolvidos no Laboratório de Ensino de Física – DFIS e visitação ao Observatório Antares.









quarta-feira, 11 de junho de 2008

Curiosidade sobre Vênus

Vênus é representado por este simbolo(), representando o espelho da deusa da beleza Vênus.

Vênus é o nome latino de Afrodite, a deusa do amor e da beleza. O planeta recebeu esse nome por causa de seu bilho fulgurante, como uma deusa. Sua descoberta remonta a pré-história. Vênus é um dos cinco planetas visíveis a olho nu.
Vênus ( Afrodite) - Nasceu da espuma do mar, fecundada pelo sangue de Urano. Ao nascer, foi conduzida pelo vento Zéfiro para o Olimpo, onde todos os deuses ficaram impressionados com sua beleza, principalmente Júpiter que quis tornar-se seu amante; Vênus recusou. Para puni-la, Júpiter fez com que se casasse com Vulcano, o mais feio dos imortais.

Vênus realiza uma volta em torno de seu próprio eixo num período maior que o necessário para completar uma volta em torno do Sol. Pense bem acerca dessa afirmação: isso significa que um dia em Vênus é maior que um ano.

A rotação de Vênus se dá no sentido oposto à maioria dos outos planetas. Assim, em Vênus o Sol surge do Oeste e se põe no Leste.

Porém, a velocidade de rotação é muito lenta. Do nascer ao pôr-do-sol são quase 116 dias terrestres. Por outro lado, enquanto a nossa atmosfera leva cerca de 24 horas para dar a volta no planeta, acompanhando a rotação, em Vênus bastam 4 dias terrestres, contra os 243 de sua rotação completa. É a super-rotação da atmosfera, provocando ventos de altíssima velocidade.

Vênus reflete 2/3 da luz que recebe do Sol, um esplendor que lhe valeu o apelido de estrela-d'Alva. Povos antigos imaginavam tratar-se de dois astros: Lúcifer, a estrela da manhã, e Vésper, a estrela da tarde. Em latim, Lúcifer significa "o que leva a luz" e apenas na tradução cristã ele é associado ao mal. Mas afinal Lúcifer talvez fosse um nome mais apropriado para o planeta Vênus, um mundo mais próximo de uma visão do inferno que da personificação do amor.

A densa atmosfera de Vênus contribui para uma luminosidade escassa na superfície (como um dia nublado na Terra). Mas a densidade não é homogênea e produz refrações múltiplas, originando várias imagens de um mesmo objeto: do solo de Vênus é possível ver dois ou três sóis.

A superfície de Vênus foi inteiramente mapeada por radar, revelando duas regiões que poderiam ser chamadas de continentes, pois estão acima do nível médio do terreno. Numa região chamada Terra de Ishtar (que significa Vênus para Assírios e Babilônios) ficam os Montes Maxwell, com 11.000 m, e na Terra de Afrodite, maior que o continente africano, há imensos canyons com até 280 km de largura.

É provável que tenham existido oceanos em Vênus num passado remoto. A fúria de um Sol ainda jovem fez evaporar esses mares e expôs as rochas então submersas, liberando dióxido de carbono e dando início a um contínuo processo de aquecimento. Toda a água da superfície acabou desaparecendo.

Foto do Planeta Vênus

Um pouco mais sobre os signos: Gêmeos




Castor e Pólux: os Dióscuros


Leda, filha de Téstio, rei do Calidão, havia recentemente desposado Tíndaro, herdeiro do reino de Esparta. Júpiter, fascinado com a beleza da jovem, deseja unir-se a ela, mesmo sabendo que não seria aceito, sendo ela recém casada.
Por isso, Júpiter assume a forma de um belo cisne e se aproxima de Leda quando ela se banhava num rio. A jovem põe o animal no colo e o acaricia. Meses depois, Leda cai contraída de dor e percebe que do seu ventre haviam saído dois ovos: do primeiro, nascem Castor e Helena, do segundo, Pólux e Clitemnestra. Em cada ovo um filho de Zeus, Helena e Pólux, imortais, enquanto seus irmãos, filhos de Tíndaro, viveriam e morreriam como qualquer ser humano.
Apesar de serem filhos de pais diferentes, Castor e Pólux ficaram conhecidos como os Dióscuros (filhos de Zeus) e cresceram juntos, nutrindo entre si a mais bela amizade.
Retornando da guerra contra os piratas, Castor e Pólux são chamados às terras do Calidão, onde seus pais se conheceram, para matar um enorme e terrível javali, enviado por Vênus como vingança contra o povo da região, que não havia lhe prestado as devidas homenagens. Quando se vêem novamente vitoriosos, os irmãos são novamente convocados para uma nova missão: conquistar o Velocino de Ouro na viagem com Jasão e os Argonautas. Mas a grande batalha que determinaria os seus destinos aconteceu exatamente contra dois outros irmãos gêmeos: Idas e Linceu, herdeiros do reino da Messênia e noivos de Hilária e Febe. Os Dióscuros se apaixonaram perdidamente pelas duas jovens e tentam raptá-las, enfrentando assim a fúria dos messênios. No combate entre as duas duplas, Idas desfere um golpe de lança fatal em Castor, que perde sua vida.

Representação da constelação de Gemeos observada no ceú.


Atormentado pela perda do irmão, Pólux suplica ao seu pai, Júpiter, que devolva o companheiro Castor. Comovido com tamanha fraternidade, o senhor dos Deuses propõe a única solução para salvar o jovem: Pólux deve dividir a sua imortalidade com o irmão, alternando com ele um dia de vida e outro de morte. Pólux não hesita em dar a resposta afirmativa e a partir deste instante os irmãos passaram a viver e morrer alternadamente. Para celebrar tamanha prova de amor fraterno, Júpiter catasterizou os Dióscuros na constelação de Gêmeos, onde não poderiam ser separados nem pela morte.





Encontrando as duas priuncipais estrelas da constelação de Gemeos apartir de dois asterismos, (conjunto de estrelas que não necessariamente precisam formar uma constelação, mas é bastante conhecida) que são “As três Marias” e O “V” do Touro que é um aglomerado aberto chamado de Hyades.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

A Nebulosa de Órion

A nebulosa de Órion, também descrita como M42 ou NGC 1976, de acordo com a nomenclatura astronômica, é uma nebulosa difusa que se encontra a 1500 anos-luz do sistema solar. O seu nome provém da sua localização na constelação de Órion. Possui 25 anos-luz de diâmetro, uma densidade de 600 átomos/cm3 e temperatura de 70K. Trata-se de uma região de formação estelar: em seu interior as estrelas estão nascendo e começando a brilhar constantemente. Há uma enorme concentração de poeira estelar e de gases nessa região, o que sugere a existência de água, pela junção de hidrogênio e oxigênio.
No céu de inverno do hemisfério sul é simples identificar a nebulosa como uma mancha difusa na região formada pelas "Três Marias" e as estrelas Rigel e Saiph, no interior da constelação de Órion. Qualquer telescópio, mesmo de pequeno alcance, pode identificar a Nebulosa de Órion.

domingo, 18 de maio de 2008

Satelite visiveis na proxima aula

Iridium 18:


magnitude inicial=-4
Inicio= 04:51:50
Altitude= 21°
Azimute= 20° (NNE)
Distancia= 14.7 km (W)
Magnitude final-6


HST:Telescopio Espacial Hubble


magnitude= 2.7
inicio= 04:10:46
Altitude= 29
Azimute= NNW

Nova atração para a proxima aula do Curso Basico de Astronomia

Mercúrio

O mensageiro dos Deuses será a nova atração na próxima aula do Curso básico de Astronomia, isso se o tempo ajudar, no dia 17 de maio ele já estava visível todos os confundiram com Aldebarã, a estrela principal da Constelação de Touro, logo após a aula foi pesquisado e descobriu-se que se tratava do planeta Mercúrio, o mensageiro dos deuses.

Como reconhecer Mercúrio no céu.

IV Encontro Interestadual Nordestino de Astronomia (EINA)

Nos dias 02 e 03 de Maio de 2008, foi realizado em João Pessoa-PB o IV Encontro Interestadual Nordestino de Astronomia (IV EINA).
As atividades ocorreram no campus do CEFET-PB, em João Pessoa, bem como uma sessão no Planetário José Lins do Rego, no Espaço Cultural também em João Pessoa-PB.
Os participantes que não residiam em João Pessoa se alojaram ou no Guarany Hotel ou no SINTEP – Sindicato dos Trabalhadores de Ensino Público do Estado da Paraíba, e tiveram à disposição a Casa de Apoio do CEFET-PB para as refeições principais. Nesse evento, contamos com a participação de cerca de 70 pessoas, entre inscritos e não-inscritos que compareceram para assistir ao evento. Dentre os inscritos, o CAAFS – Clube de Astronomia amadora de Feira de Santana- marcou sua participação com dois trabalhos sendo eles: Galáxias e Construção de Ferramentas para o Ensino de Astronomia no Ensino Médio e Fundamental.


Foto Oficial do IV EINA

quarta-feira, 16 de abril de 2008

PRIMEIRO CURSO DE ASTRONOMIA

O Clube de Astronomia de Feira de Santana (CAAFS), em parceria com o Observatório Astronômico Antares-UEFS, esta oferecendo desde o dia 5 de abril o “I Curso Básico de Astronomia”.
O curso e aberto a comunidade e tem como o objetivo de oferecer uma introdução a Astronomia, fazendo com que o aluno a partir de um breve histórico compreenda a Astronomia antiga, as estruturas do Sol e dos planetas do nosso sistema solar alem de reconhecer no céu suas principais constelações.
As aulas serão ministradas por astrônomos amadores do CAAFS todos os sábados das 16h00 às 19h00 sendo que uma hora é dedicada as aulas de reconhecimento do céu (pratica) de reconhecimento do céu.
No final do curso o aluno recebe um certificado emitido pelo CAAFS e Observatório Astronômico Antares-UEFS
O cronograma inclui, alem de aulas teóricas e praticas uma sessão no planetário nas quais os alunos observarão o céu artificial podendo comparar com o real.
Foram abertas 50 vagas, e todas as vagas foram preenchidas a custo R$0,0 para os participantes.





quinta-feira, 10 de abril de 2008

Como achar marte no céu.



"Clique na figura"

1. Encontre a famosa "3 marias" ou "cinturão de Órion";
2. Localize "Rigel" e "Beteguelse"(mostrada na figura);
3. Olhe na seguinte seqüência: "Rigel" "3 Marias" "Beteguelse";
4. Depois desta sequência, será visto um triangulo: as duas da direita, são "Castor" e "Pollux" estrelas da constelação de gemeos, e o da esquerda é "Marte".


Obs: Agora que você aprendeu a localizar o marte, poderá perceber a movimentação dele entre as constelações, ele está na aparentemente na constelação de Gemeos, acompanhe ele daqui pra frente... uma dica ele vai passar pelos ciclo dos zodiado, depois de Gemeos vem cancer, Leão....e assim por diante.